Notícias da Carta Aberta "Suspensão da vacinação contra a Covid-19 em crianças e jovens"
A DGS determinou que a vacinação contra a COVID-19 em crianças e jovens saudáveis está interdita. Vacinar só com prescrição médica.
A notícia da TVI conta com o depoimento da médica cardiologista Teresa Gomes Mota que recorda a falta de estudos sobre o real impacto da vacinação em crianças.
A médica recorda igualmente a falta de informação por parte do Infarmed relativamente ao impacto das reações adversas e que o tema tem sido um tabu.

Poucos países europeus interditam hoje a vacinação contra a COVID-19 de crianças saudáveis, Portugal é um deles e ainda bem. Só crianças com patologia de risco e prescrição médica podem ser vacinadas.
Artigo de opinião da médica cardiologista Teresa Gomes Mota em que recorda as diversas fases do processo de vacinação contra a COVID-19 em crianças e jovens e os sucessivos alertas que vários profissionais de saúde têm feito sobre as suas consequências, nomeadamente as reações adversas e a sua falta de monitorização.
'Errar é humano, não aprender com os erros é incompetência, esconder e abandonar vítimas, é crime.', escreve a autora
The Incidence of Myocarditis and Pericarditis in Post COVID-19 Unvaccinated Patients - A Large Population-Based Study
A petição, que pede a suspensão da vacinação covid-19 em crianças e jovens em Portugal, é o ponto de partida para uma conversa entre o diretor do The Blind Spot, Nuno Machado, e uma das peticionárias, a Dra. Teresa Gomes Mota.
São abordados vários temas, como os potenciais riscos e benefícios das campanhas de vacinação covid para estes escalões, à luz da evidência, histórica e recente.

Foi entregue na Procuradoria-Geral da República (PGR) uma participação relativa a falhas graves na segurança, na transparência da informação, farmacovigilância e regulação de medicamentos no que diz respeito a vacinas para a covid-19 em crianças e jovens em Portugal.
O documento, entregue no dia 12 de setembro, é uma iniciativa do Movimento Pelas Crianças e Jovens na Pandemia.
Os autores da participação pretendem apurar os efeitos da campanha de vacinação em Portugal no tocante a reações adversas notificadas em crianças, e ocultadas no seu detalhe pelo sistema de farmacovigilância português.
Conversa entre os pediatras Francisco Abecassis (Portugal) e Sebastián González-Dambrauskas (Espanha) sobre o impacto de covid-19 na infância, o papel do medo durante a pandemia, o impacto dos lockdowns e o custo pessoal, profissional e académico (incluindo ameaças e censura) por criticar o encerramento das escolas e a vacinação infantil.
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Um juiz do Uruguai determinou a "suspensão imediata" da vacinação contra o coronavírus para menores de 13 anos no país, até que sejam analisados os contratos entre o governo e a farmacêutica Pfizer e a "composição das substâncias" contidas no medicamento.
O juiz Alejandro Recarey, que atua como suplente em um Tribunal Contencioso Administrativo, tomou a decisão após a apresentação de um recurso para suspender a aplicação da vacina em crianças, prevista no país a partir dos 5 anos de idade, de forma voluntária. O Governo do Uruguai anunciou que que acatará a sentença, mas entrará com recurso contra a decisão.

Mais de 9000 portugueses assinaram uma petição contra a vacinação em massa para a COVID-19 de crianças e jovens até aos 25 anos. A Comissão de Saúde da Assembleia da República realizou uma audiência no dia 15 de junho onde foram apresentados e discutidos os argumentos dos peticionários, representados por Sónia Sousa, Marta Gameiro e Teresa Mota.
Segundo o documento, "Portugal é um dos países mais vacinados da Europa e atualmente é um dos países com mais casos por milhão de habitantes e com mais mortes diárias". A petição refere que "a COVID-19 é uma doença benigna nas crianças e jovens saudáveis que raramente desenvolvem doença rara, não se justificando assim a vacinação em massa para prevenir esta doença com uma vacina que não impede nem o contágio nem a transmissão".
Na audiência foi referido que "as vacinas têm uma autorização condicional de emergência e não uma aprovação plena e que em relação às nossas crianças não há sequer uma emergência".
"Sabemos que a imunidade natural à SARS-CoV-2 é mais ampla, robusta e eficaz do que a imunidade da vacina, especialmente no combate à Omicron, que é a variante mais prevalente em Portugal" acrescenta.

Artigo publicado por Francisco Abecassis (em inglês). O pediatra dos cuidados intensivos do Hospital de Santa Maria conclui que "será mais sensato recomendar que são vacinadas apenas crianças selecionadas [...]. Quando tomamos decisões sobre vacinações durante a atual pandemia, temos que recordar que as crianças não são adultos pequenos e que temos a obrigação de, em primeiro lugar, não prejudicar."

Um grupo de 90 médicos e cientistas britânicos escreveram esta semana uma carta aberta dirigida à Comissão Conjunta de Vacinação e Imunização, ao Diretor Geral da Saúde (CMO) e ao primeiro-ministro britânico, alertando para o excesso de mortalidade em rapazes entre os 15 e os19 anos no Reino Unido desde que começou o programa de vacinação.
Os especialistas pedem a suspensão da vacina contra a Covid-19 nesta faixa etária.
Os 25 signatários da carta visam também a Ordem dos Médicos e o bastonário, considerando que o Código Deontológico foi violado. Apesar de ser o representante máximo dos médicos, o cargo "não lhe confere poderes de autoridade científica suprema ou de verdade absoluta", consideram.
Carta aberta subscrita por médicos de várias especialidades passou de 27 para 91 signatários. Pede a suspensão da imunização das crianças saudáveis dos 5 aos 11 anos até que mais evidência científica demonstre "de forma robusta e inequívoca, a necessidade, o benefício e a segurança desta vacinação".
Jorge Amil, é um dos 27 signatários de uma carta aberta dirigida às autoridades de saúde, em que pedem a "suspensão cautelar" da vacinação contra a SARS-CoV-2 em crianças e jovens, "até que se comprove a sua necessidade, benefício e segurança".

O pediatra Jorge Amil apela a uma reavaliação das medidas de vacinação às crianças por parte das autoridades de saúde.

Apelo foi feito numa carta aberta assinada por 27 signatários que consideram que "o mais preocupante" é a vacinação das crianças dos 5 aos 11 anos estar a decorrer em pleno pico pandémico, circunstâncias que não foram testadas nos ensaios clínicos de vacinas.

Um grupo de 27 médicos enviou uma carta aberta às autoridades de saúde para que repensem a decisão de continuar a vacinar crianças saudáveis contra a covid-19.

Signatários dizem “erguer a sua voz publicamente na defesa da saúde dos portugueses e muito particularmente das crianças e jovens”, e assumem honrar e defender a leges artis e a ética da Medicina.
O abaixo-assinado surge no dia em que Direcção-Geral da Saúde (DGS) divulga um parecer dúbio sobre o impacte das miocardites em infectados pelo SARS-CoV-2 para reforçar o apelo à vacinação de crianças.
Notícias da Carta Aberta "Aumento de enfartes de miocárdio na população portuguesa"

Cerca de 77 profissionais de saúde escreveram ao Governo e ao Parlamento a pedir uma investigação urgente ao aumento súbito da mortalidade e das doenças do coração.
Este grupo de profissionais de Saúde, onde se incluem muitos médicos, avança que uma das hipóteses é o adiamento de tratamentos durante a pandemia.

Intervenção em direto da cardiologista Teresa Gomes Mota sobre o Dia Mundial do Coração. As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte e, em torno desse tema, a cardiologista referiu a importância da comunicação social em alertar para o problema, e contrapôs com a atenção dada durante a pandemia à doença covid-19 em detrimento das doenças relacionadas com o sistema cardiovascular.
Teresa Gomes Mota referiu que em "termos cardiovasculares estamos piores que antes da pandemia" e pede celeridade às autoridades de saúde para disponibilizar os dados que permitam aos médicos perceber o que tem estado a acontecer.
A cardiologista deu como exemplo o aumento de mais de 100% em 2022 dos transportes feitos pelo INEM para os hospitais de doentes com enfarte de miocárdio.
Ver o vídeo a partir de 1h 43m 18s.

A falta de informação sobre situações cardíacas agudas foi posta a descoberto com o pedido de cerca de uma centena de médicos para que seja avaliado o eventual crescimento das ocorrências.
As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em Portugal, mas, no entanto, não se sabe quantos portugueses sofrem enfartes agudos do miocárdio. A falha no diagnóstico é assumida pela Sociedade Portuguesa de Cardiologia e os especialistas dizem estar há muito à espera de um registo obrigatório pelos hospitais.

Cerca de 80 profissionais de saúde subscreveram uma carta aberta a solicitarem o apuramento das causa de aumento.
Cerca de 80 profissionais de saúde subscreveram uma carta aberta pedindo a várias entidades que apurem as causas do aumento de 73% de doentes com enfarte agudo do miocárdio transportados pelo INEM para hospitais em 2022.
“De um ano para o outro, haver um aumento de 73% de doentes com enfarte transportados é algo muito preocupante e que deveria merecer, de imediato, várias perguntas, várias explicações do INEM e do Governo”, referiu a cardiologista Teresa Gomes Mota, uma das subscritoras da carta.

Declarações de Raquel Varela sobre a carta aberta relativa ao aumento de enfartes de miocárdio no programa "O Último Apaga a Luz", da RTP3.
A investigadora recorda que o documento foi "assinado por vários professores universitários que querem fazer investigação" e considera que "temos um problema de falta de transparência generalizado do Estado"
Ver a partir de 44m 28s.

Increase happened “from one year to next”, between 2021-2022
Around 80 health professionals have signed an Open Letter querying the causes behind the 73% increase in heart attack patients requiring transportation to hospital by INEM in 2022.
The letter, entitled “Increase in myocardial infarctions in the Portuguese population” was sent to “several entities”, in February

Um carta aberta de profissionais de saúde pretende que se apurem as causa para "de um ano para o outro" haver um aumento de 73% de doentes com enfarte transportados pelo INEM.
“De um ano para o outro, haver um aumento de 73% de doentes com enfarte transportados é algo muito preocupante e que deveria merecer, de imediato, várias perguntas, várias explicações do Instituto Nacional de Emergência Médica [INEM] e do próprio Governo”, adiantou à Lusa a cardiologista Teresa Gomes Mota, uma das subscritoras do documento.
Cerca de 80 profissionais de saúde subscreveram uma carta aberta pedindo a várias entidades que apurem as causas do aumento de 73% de doentes com enfarte agudo do miocárdio transportados pelo INEM para os hospitais em 2022.
"De um ano para o outro, haver um aumento de 73% de doentes com enfarte transportados é algo muito preocupante e que deveria merecer, de imediato, várias perguntas, várias explicações do Instituto Nacional de Emergência Médica [INEM] e do próprio Governo", adiantou hoje à Lusa a cardiologista Teresa Gomes Mota, uma das subscritoras do documento.

No 74º episódio do podcast "Caramba, ó Galamba", do Página Um, a jornalista Elisabete Tavares fala sobre a carta aberta, assinada por dezenas de médicos em Portugal, a apelar a uma investigação urgente aos dados que mostram um disparar dos casos de doença do foro cardíaco e morte súbita, nomeadamente entre os jovens.
Os médicos pedem que haja uma investigação aos dados, entre 2018 e 2022, e apelam a uma coordenação de entidades e organizações científicas para apurar as causas deste fenómeno recente. O que é estranho é que tenham de ser médicos a ter de pedir uma investigação através de uma carta aberta.
O que estão a fazer as autoridades, o Governo e a Direcção-Geral da Saúde sobre esta matéria? Não têm urgência em apurar os factos para desenvolver uma estratégia de apoio aos portugueses afectados? Vão enfiar a cabeça na areia?

Em 2022, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) encaminhou 1.556 casos de Enfarte Agudo do Miocárdio (EAM) para os hospitais mais adequados, através da Via Verde Coronária.
No Dia Nacional do Doente Coronário, o INEM alerta que, perante sinais e sintomas desta doença súbita, ligar imediatamente para o Número Europeu de Emergência – 112 e transmitir as informações de forma clara é o procedimento mais correto para garantir que os doentes recebem o tratamento mais adequado.
No ano passado, o INEM encaminhou 1.556 casos de enfarte agudo do miocárdio através do 112 para os hospitais. A idade média dos doentes é de 63 anos.

Em 2022, o INEM encaminhou para os hospitais mais 658 doentes do que em 2021, ou seja mais 73%. A idade média dos doentes que sofreram enfarte agudo do miocárdio é de 63 anos.

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) informou hoje que, no ano passado, encaminhou 1.556 casos de Enfarte Agudo do Miocárdio através do 112 para os hospitais, um acréscimo de 73% face a 2021.